terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Promessas de fim de ano?... Quem nunca?

Promessas de fim de ano?... Quem nunca?

O post de hoje é uma reflexão pessoal sobre as promessas e planos do fim de ano para o ano seguinte. Aquelas que todo mundo faz, mas que, geralmente, ninguém cumpre! Quem nunca...?

Todo final de ano é a mesma coisa. Quando chega dezembro bate o desespero e a chateação. Percebo que não fiz metade do que eu gostaria de ter feito.

Já que estou muito acima do peso, ninguém aí pensou em dieta, pensou? Não, eu não emagreci e, na verdade, larguei a academia em 2016. Não adquiri nada de significante. Não fui viajar. Enfim, não fiz quase nada do que eu gostaria ou seria considerado algo bom para mim!

Para ser sincera, talvez a única coisa que realmente tenha saído do papel, tenha sido esse Blog e olhe lá, porque nem a minha TBR (“to be read” ou “lista de leitura”) eu consegui concluir. Tenso... Triste.

Mas a vida continua...


Por que essas promessas não funcionam?


Um dia aprendi que promessas de fim de ano não funcionam porque são muito vagas. Simplesmente dizemos, por exemplo, “Vou emagrecer!”. Alias que seria ótimo se pudéssemos estalar os dedos para que isso acontecesse. Vai dizer que você nunca pensou nisso antes? (Risos).

Ano que vem vou ser fitness!

Continuando... Não determinamos como vamos fazer isso, não fazemos planos. Nós só falamos ou anotamos em algum papel, que, normalmente, perdemos após a noite de Ano Novo!

Então, aprendi a fazer planejamento. E planejamento é o ato de planejar. E planejar, segundo o dicionário on-line Michaelis, é o ato de criar ou elaborar um plano.

Planejar é algo importante e precisa fazer parte da nossa vida. É importante saber onde estamos e onde desejamos chegar.

Descobri que sou boa com planos. Consigo colocar minhas ideias no papel, estabelecer prazos e onde quero chegar. No entanto, descobri algumas coisas a meu respeito:

1. Sou indisciplinada. Faço planos e não tenho disciplina para cumprir;
2. Às vezes travo quando me deparo com algumas situações e dificuldades;
3. Sou uma pessoa que pratica auto sabotagem! (Essa, para mim, talvez seja a pior das três);
4. Procrastinação. O que é isso? Nem imagino... Brincadeira! Sei sim! Minha definição para essa palavra é “Por que fazer hoje algo que posso fazer amanhã?”.

Talvez ao ler esse texto você se identifique com essa situação e esteja se perguntando: “Como vencer isso, então?”.

Minha resposta: Ainda não sei... Estou tentando descobrir!

Mas quero que reflitamos sobre alguns motivos pelos quais precisamos, de alguma forma, buscar mudança em Deus para essas situações ou outras, pois não afetam somente a nós, mas aos outros também.

#1. Tudo aquilo que plantamos, colhemos!


A gente colhe o que planta!

Não sei se você que lê esse texto é Cristão ou não. Se não é, já deve ter ouvido o ditado “Aqui se faz, aqui se paga!”. Ele é bem verdadeiro e funcional.

Quantas pessoas você já viu ter um final triste ou catastrófico por causa do que fez aos outros ou a si mesmo? Ou, ainda, quantos de nós sofremos como o resultado de uma colheita ruim por causa daquilo que plantamos?

Esse é um princípio cristão conhecido como Semear e Colher. “Não se enganem: ninguém zomba de Deus. O que uma pessoa plantar, é isso mesmo que colherá.” (Gálatas 6:7, NTLH).

Se eu e você não buscarmos mudar o que fazemos de ruim hoje, seja para nós mesmos ou para os outros, nossa colheita será terrível.

#2. Não precisamos esperar o final de ano para mudar e/ou planejar! 


Eu sei que muitas pessoas vão ao embalo dos acontecimentos de final de ano. Talvez muitos de nós pensemos que na virada de 31 de dezembro para 1º de janeiro, um milagre vai acontecer e todos nossos problemas serão resolvidos... Só que não...

Depois da meia noite alguma coisa acontece? Não! Alias como disse o Pastor Claudio Duarte, em uma de suas pregações, observe uma árvore no dia 31 e depois no dia 1º. A árvore mudou? Não, certo? Nada muda do dia para noite.

Há alguns anos atrás, tive a oportunidade de ler o livro “Tríade do Tempo” do Christian Barbosa. Ele fala sobre a gestão do tempo.

Lembro que uma das coisas que o autor defende é que não precisamos deixar o ano terminar para traçarmos uma meta. Se desejarmos fazer algo, basta planejar e estabelecermos uma data, que é quando começaremos a por esse plano em prática.

Estou falando isso, já nos primeiros dias desse ano, pois muitas pessoas se veem presas a essas datas: “Se eu não começar no dia 1º de janeiro, vai dar tudo errado e vou ter que deixar para o ano que vem...”. Quando na verdade não é preciso fazer isso. É preciso escolher uma data e começar.

Além disso, é muito importante levar em consideração a palavra do Senhor, que diz:

"As pessoas podem fazer seus planos, porém é o Senhor Deus quem dá a última palavra. Você pode pensar que tudo o que faz é certo, mas o Senhor julga as suas intenções. Peça a Deus que abençoe os seus planos, e eles darão certo." (Provérbios 16:1-3, NTLH).

#3. Estamos correndo muito!



Na sociedade em que vivemos, exige-se que sejamos multitarefa, algo que verdadeiramente eu já descobri que não sou. Descobri que é melhor conquistar uma coisa de cada vez, do que me matar querendo 30.

Quanto mais coisas nós fazemos ou tentamos fazer ao mesmo tempo, menos qualidade nós teremos nisso. Por isso, eu tenho tentando fazer uma coisa de cada vez. Pode ser mais demorado, porém pode ser proveitoso.

Conclusão


Sei que costumo trazer posts onde compartilho soluções e sei que é isso que você procura, quando faz uma busca no Google ou YouTube, por exemplo.

No entanto, quis colocar essas dificuldades aqui para que pudéssemos refletir um pouco sobre como estamos encarando os nossos projetos pessoais de vida. Será que realmente estamos tentando alcançar nossos objetivos? Será que estamos conseguindo alcançá-los? Como isso afeta a nós e os outros? Temos nos importado com o que Deus pensa a respeito?

E você? Identificou-se com alguma situação?Ou, ainda, tem alguma sugestão de como vencer essa situação? Coloque sua resposta ou opinião nos comentários.

Até mais! Que Deus te abençoe! Tchau!

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